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terça-feira, abril 10, 2018

Um livro mediano que deixa saudade | Uma Prova de Amor, da Emily Giffin

abril 10, 2018 2
Um livro mediano que deixa saudade | Uma Prova de Amor, da Emily Giffin
A última vez em que tive contato com algum livro escrito pela Emily Giffin foi em 2013, quando fiz a leitura de Laços Inseparáveis. Apesar do tempo, eu tinha lembranças de como os livros dela eram: com assuntos do cotidiano, personagens bem construídos e uma história cativante e muito bem escrita. Dessa forma, quando 5 anos depois resolvi ler "Uma Prova de Amor", eu já esperava encontrar uma leitura proveitosa, divertida e emocionante. E, apesar de minha nota final ter sido três estrelas de cinco, posso dizer que, tirando algumas coisinhas, o livro me agradou.




"Uma Prova de Amor" conta a história de Claudia Parr. Ela é uma bem-sucedida editora de Nova York que não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha. Mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Em "Uma Prova de Amor", Emily consegue trazer uma lição muito bacana sobre relacionamentos no geral: entre amigos, família e consigo mesmo; além de mencionar bastante o peso que as promessas que fazemos um ao outro tem. Por ser narrado em primeira pessoa, conseguimos acompanhar todo esse desenrolar da trama de pertinho; o impacto e as consequências que a mudança de posição sobre ter filhos implica no relacionamento deles.

Preciso dizer, fiquei bem curiosa com esse livro e até tive que dar uma espiadinha no final com medo de que a autora tomasse um rumo diferente do que eu esperava hahaha. A escrita da autora consegue cativar; é fluída, envolvente e prende a atenção, apesar de a história não ter tantos momentos emocionantes. Esse é aquele típico livro que pode não agradar todo mundo justamente porque, analisando de maneira mais "fria", o leitor consegue enxergar uma resolução fácil para o plot principal da história. Porém, ainda assim, a autora narra de uma forma verdadeira as decisões e percepções dos personagens. Então, apesar de eu achar que no final das contas, a história poderia ser facilmente resolvida, ainda assim dá pra comprar a ideia do rumo que a autora toma justamente por trazer personagens bem construídos e reais.

Apesar de o livro ter mais de quinhentas páginas, Emily conseguiu prender a minha atenção na maior parte das vezes. Não digo em todas porque, em alguns momentos, a leitura foi um pouquinho mais arrastada, principalmente quando estamos nos aproximando do final querendo que a autora resolva o problema principal da história. Só que não é bem isso que ela faz: Emily decide focar em assuntos secundários que têm a sua relevância, mas que poderiam ter sido diluídos no decorrer dos outros capítulos para trazer uma leveza e tornar a leitura mais fluída. Isso pode ser um ponto negativo pra muita gente, pois se torna, de certa forma, maçante ler todas aquelas páginas quando se quer saber logo o final do livro. E nisso, Emily segura o suspense até as últimas páginas (literalmente).

O livro traz alguns clichês da vida real e resoluções fáceis de final de livro que dão aquele leve desapontamento por não trazer algo que ouse ou fuja do padrão. Uma coisa que me lembro de ter encontrado em outro livro da Emily e acho desnecessário: nem todos os personagens precisam acabar com um par romântico no final do livro (!!!). Isso me incomoda um pouco porque traz aquela sensação de "final de novela" que é bem mediano e, apesar de nos fazer ficar felizes pelos personagens, não impressiona e nem surpreende.

No geral, eu gostei do livro. Gostei da experiência de ler algo da autora e adorei acompanhar o rumo da história. Achei os personagens cativantes e me deixaram com aquela pontada de saudade ao fechar o livro. É claro que, como leitora, adoraria ler um capítulo adicional ou saber mais sobre os personagens após o final, pois nem tudo fica explicadinho. Porém, ainda assim, fiquei com aquela sensação boa dentro do peito, de quando lemos um livro que, apesar de ter seus defeitos, consegue agradar!

INFORMAÇÕES:
Livro: Uma Prova de Amor
Autora: Emily Giffin
Número de Páginas: 410 páginas
Ano de Publicação: 2013 pela Editora Novo Conceito
Avaliação: 3 de 5 estrelas (Bom)
Link para compra: na Amazon
As pessoas procuram conselho de modo seletivo. Elas conversam com pessoas que pensam do mesmo modo, que fazem eco aos seus próprios instintos. Contam apenas o que planejam fazer de qualquer modo.

sábado, janeiro 13, 2018

Um livro que não é ruim. Mas também não é dos melhores

janeiro 13, 2018 7
Um livro que não é ruim. Mas também não é dos melhores
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.



Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe - e Mare contra seu próprio coração.

MINHA OPINIÃO:

Estava doida para comentar com vocês o que achei de "A Rainha Vermelha" da Victoria Aveyard! O livro faz parte da série "A Rainha Vermelha" e por aqui foi lançado pela editora Seguinte. Antes de tudo, quero deixar claro que essa é a minha opinião sobre a leitura que fiz. Minha avaliação da leitura foi nota 2 de 5 que pra mim é: foi uma leitura OK. Não foi terrível, mas não foi a melhor.

Acho que o principal ponto aqui é que o livro é previsível. Demais. Desde o começo, já dá pra saber de forma clara o papel de cada um na história: quem é o bonzinho, quem é o mal, quem vai trair quem, as intenções dos personagens... Tanto é que o plot twist não funcionou para mim, pois eu já imaginava aquilo desde o comecinho do livro. Ou seja, era para ser surpreendente, mas passou longe disso.

Nesse livro, a autora usou de diversas fórmulas que eu, como leitora, já vi em outros livros. Isso não é problema nenhum, quero deixar claro, pois eu leria um clichê bem escrito tranquilamente. A questão do cliché é que, desde que o autor consiga manejar bem as palavras, cativar/convencer e fazer com que o leitor se importe com a causa principal do livro, pode ser o livro mais clichê que, ainda assim, tem grandes chances de obter uma boa aceitação.

Em "A Rainha Vermelha", além de esse compilado de coisas comuns terem me impossibilitado de cair naqueles momentos que existem para causar sensações de tensão/tristeza/agonia durante a leitura, a cada frase lida vinha aquele pensamento em letras neon de que era óbvio que aquilo não ia acontecer de jeito nenhum porque eu já li coisa semelhante. Não caio nessa. O resultado disso foi que a leitura se tornou extremamente morna e sem grandes acontecimentos. Eu não consegui me importar com muita coisa.

O romance foi outro ponto que me incomodou bastante: não soou convincente. O casal principal não combina, não tem química suficiente para me fazer torcer pelos dois. Eu senti que a autora tentava forçar um lance entre os dois - e me convencer disso, quando o melhor é que o próprio leitor faça esse papel de aceitar a conexão dos dois por ser convencido pelo romance deles. As cenas de amor foram dispensáveis. Era como se os personagens mostrassem um lado que não combinava, não tinha nada do que eles eram na história e o que acreditavam. Nem a amizade dela com o Kilorn e o fato de ela (dizer) se importar tanto com ele (e ok, tomar algumas atitudes a respeito) soou verossímil pra mim.

Falando da Mare, eu a achei extremamente repetitiva. Ao que pareceu, a autora quis criar frases/palavras de impacto para o leitor e, por isso, ficou repetindo a maior parte delas em vários momentos, como uma reflexão/conclusão da personagem. Isso me incomodou taaaaaanto, mas taaaaanto que vocês não tem noção! hahaha

Mare era muito reclamona e, pra mim, pareceu invejosa demais. As justificativas dela sobre não gostar de uma pessoa ou por se sentir injustiçada tiveram uma conotação de inveja enorme. E, por incrível que pareça, a maior parte delas eram direcionadas a mulheres - mesmo tendo homens prateados que estavam na mesma situação dessas mulheres. Ou seja, com os homens tudo bem ser legal, mas com as mulheres não? Isso sem contar que a Mare, em suma, fica rodeada de homens 24 horas. Praticamente não há interação com outra mulher que possa ser uma amiga. Eu entendo o panorama ao que ela está submetida e como funciona o mundo. Eu sei. Mas por que pode haver homens prateados que são gente boa e mulheres não?

Não é que eu odiei o livro. A ideia é interessante, a autora criou um mundo, estruturou algumas coisas, porém a execução deixou a desejar. Eu esperava mais, muito, muito mais desse livro que até tem potencial. Fiquei tão frustrada com essa leitura que, honestamente, não sou capaz de dizer no momento que leria o próximo. O livro que tem notas consideráveis no Skoob e no Goodreads, uma capa linda e uma divulgação ótima. Mas não funcionou tanto assim pra mim...

Definitivamente não é ruim. Mas também não é dos melhores.

INFORMAÇÕES:
Livro: A Rainha Vermelha
Livro 1 da série A Rainha Vermelha
Autora: Victoria Aveyard
Número de Páginas: 414 páginas
Ano de Publicação: 2015 pela Editora Seguinte
Avaliação: 2 de 5 estrelas (foi OK)
Link para compra: na Amazon
"Há muito tempo ele nos chamou de formigas, formigas vermelhas ardendo sob a luz de um sol prateado. Destruídas pela grandeza dos outros, quase derrotadas na batalha pelo nosso direito de existir, porque não somos especiais. Não evoluímos como eles, que têm poderes e forças além da nossa imaginação limitada. Permanecemos os mesmos, presos em nossos corpos. O mundo mudou ao nosso redor e permanecemos os mesmos"

sábado, janeiro 06, 2018

Uma leitura rápida e cheia de reviravoltas

janeiro 06, 2018 7
Uma leitura rápida e cheia de reviravoltas
Sabe quando você começa uma leitura de forma totalmente despretensiosa? Essa foi a minha experiência ao pegar "O Casal que Mora ao Lado", livro de estreia da autora Shari Lapena, lançado pela Editora Record. Apesar desse livro ter sofrido um *boom* nas redes sociais logo após o lançamento, ainda assim não havia me convencido tanto a ler. Porém, poucas páginas lidas e imagina a minha surpresa de ser completamente envolvida pela história! Li esse livro super rápido.



"O Casal que Mora ao Lado" conta a história de Marco e sua esposa, Anne. No aniversário de Graham, o vizinho do casal, ele e sua esposa Cynthia os convida para comemorar com um jantar. Porém, Cynthia pediu que não levassem a filha. Ela simplesmente não suporta crianças chorando.

Marco garante que a bebê vai ficar bem dormindo em seu berço. Afinal, eles moram na casa ao lado e podem levar a babá eletrônica e se revezar para dar uma olhada na filha. Porém, ao voltarem para a casa, a porta da frente está aberta e Cora desapareceu. Logo o rapto da filha faz Anne e Marco se envolverem em uma teia de mentiras, que traz à tona segredos aterradores.

O QUE EU ACHEI?

Logo de início, somos jogados nesse mistério, sem rodeios. Aos poucos vamos acompanhando o desenrolar das investigações a respeito do caso, mas sempre com olhos atentos para ao menos tentar desvendar quem é o verdadeiro culpado e o que aconteceu de fato naquela noite. Durante a leitura, a autora nos leva para vários caminhos que nos fazem criar hipóteses sobre o caso. Mas, adianto: você vai se surpreender. E isso não apenas nas páginas finais do livro: a história é repleta de reviravoltas super empolgantes que dão um gás ainda maior na leitura. Esse livro carrega tanta tensão e mistérios nas páginas que incita aquele ritmo mais "frenético" de leitura, sabe? Mesmo com quase 300 páginas, a leitura flui tão bem que você nem vê o tempo passar.

Nesse livro não acontece como vários desse estilo, onde o autor espera o final (ou perto dele) para revelar todos os mistérios envolvidos com a trama. Em "O Casal que Mora ao Lado" cerca da metade do livro você já sabe a parte principal do mistério, porém ainda assim há muito mais envolvido na história e que é revelado aos poucos. Com a decorrência da leitura, passados são desenterrados e cada vez mais somos levados a trocar de suspeitos, uma vez que nenhum personagem é perfeito, todos têm falhas que se tornam pontos cruciais para que desconfiemos deles.

Não consegui me simpatizar tanto pelos personagens. Achei a parte de caracterização um pouco fraca. Sabe aquela frase comumente usada para escritores, "mostre, não conte"? Foi o que faltou um pouco aqui. Não há tanto a construção dos personagens. A autora usa mais o artifício de contar como cada um é e a sua personalidade ao invés de mostrar acontecimentos que façam jus exatamente ao que é dito. Mas talvez o objetivo do livro fosse realmente esse: o assunto principal é o mistério e o que acontece ao redor disso não possui tanta relevância assim, por isso não é aprofundado.

Posso afirmar que foi uma leitura que só continuei justamente por aguçar a curiosidade. A escrita da autora causa essa necessidade de saber o que acontece depois, apesar de não me fazer concordar com algumas soluções e caminhos que ela sugere para que aceitemos.

Apesar das ressalvas, não é um livro ruim. Foi uma boa leitura, porém se não fosse esse ritmo, não sei bem se me atrairia pelo enredo da história em si. Recomendo para quem ainda não teve muita experiência com esse gênero e quer começar com um livro que (provavelmente) vai prender a sua atenção e te conquistar logo de cara. Mas ainda assim prefiro livros que vão construindo a história/o mistério aos poucos e nos faz parte desse processo acompanhando o desenrolar da trama.

INFORMAÇÕES:
Livro: O Casal que Mora ao Lado
Título Original: The Couple Next Door
Autora: Shari Lapena
Número de Páginas:
Ano de Publicação:
Avaliação: 4 de 5 estrelas
Goodreads: clique aqui ou Skoob: clique aqui

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domingo, dezembro 31, 2017

O ano de 2017 no Nuvem de Letras

dezembro 31, 2017 0
O ano de 2017 no Nuvem de Letras
Final do ano chegando e a gente tem uma tendência de fazer uma espécie de retrospectiva mental de tudo o que passou, para analisar o que deu certo e o que não deu. Eu comecei com isso há algum tempo para ajustar meus objetivos e metas para 2018 (mas esse é um assunto para outro post que virá em breve). E, bem, não consegui deixar de pensar na retrospectiva do blog em 2017.



Acho que 2017 foi o ano em que eu menos escrevi aqui. Estive bem envolvida em outros projetos pessoais e trabalho na maior parte do tempo e acabei deixando o blog mais de lado. Essa nova rotina da minha vida me fez pensar sobre o que fazer com o blog. Em alguns momentos, pensei em priorizar o Instagram ao invés do blog (e postar as resenhas por lá). Mas apesar de eu gostar de editar e publicar fotos, ainda assim gosto bem mais de escrever um textão sobre o que eu achei de um livro e publicá-lo por aqui. Além disso, o blog está no ar há mais de 6 anos. É muita coisa!

Nesses dias, sentei para decidir o futuro do blog. A minha ideia inicial era a de não levá-lo adiante em 2018. Mas como gosto de escrever, pensei em continuar publicando as resenhas, mas no Skoob ou Goodreads (ainda não tinha decidido completamente, mas estava pendendo para o Skoob, onde tem todos os meus livros lá adicionados).

Só que... abrir mão desse espaço é complicado. Eu gosto muito de escrever, sempre gostei. E mesmo o blog não tendo um alcance tão grande quanto gostaria, ainda assim sei que tem gente (como eu) que gosta de procurar resenhas de livros em algum blog antes de fazer uma compra ou que simpatiza ler sobre determinado livro ou assunto. E, bem, o blog é justamente isso: um espaço onde posso compartilhar coisas.

Uma das coisas que já tinha definido a respeito de 2018 era que não fecharia parcerias com editoras - ou reduzi-las ao máximo. Ao menos por enquanto. Como vocês já devem ter percebido, não sou o tipo de leitora que lê 100 livros no ano. Na verdade meu ritmo de leitura é bem lento. Em 2016, consegui ler 21 livros; já em 2017, esse número caiu para 17 livros. Não há nenhum problema em ler 1, 17, 21 ou 80 livros no ano. O importante é ler. O problema é que tenho muitos livros na estante que quero ler, e com parcerias, acabo priorizando os lançamentos que as editoras me enviam. E como leio bem pouco por mês, no final das contas acabo entulhando na estante os livros que queria ler faz um tempão e que não são levados em consideração na escolha da minha próxima leitura. Por isso vou fazer de 2018 um ano onde vou priorizar a leitura do que estiver com vontade e quando estiver com vontade.

O Nuvem de Letras nunca foi um blog inteiramente pessoal. Digo no sentido de falar sobre outros assuntos que não sejam livros, filmes (às vezes) e séries (mais às vezes ainda). Não quero mudar isso no blog e transformá-lo em algo sobre a minha vida, porém quero começar a falar sobre outros assuntos por aqui também (como escrita, por exemplo, ou métodos (de produtividade, ou mudança de pensamentos/percepções/reflexões) que me ajudam na vida pessoal e são bem bacanas de compartilhar). Isso tudo sem abrir mão das resenhas de livros (💓) que gosto bastante de escrever!

Não pretendo estabelecer datas para postagens e dizer quantas vezes haverá novidade por aqui, mas quero fazer o que não consegui nesse ano: ter certa frequência de atualizações. É claro que tudo vai depender da minha rotina, de cada dia e da dinâmica da minha vida, mas ainda assim o blog é um espaço que quero usar. Não com promessas infundadas ou no embalo do começo do ano. Mas como um hobby que pretendo levar adiante, sem datas pré-estabelecidas, mas com muito amor em tudo o que escrevo.

Então é isso. Agradeço a todo mundo que tem acompanhado o blog desde 2011 ou que simplesmente chegou por aqui em algum momento. Vocês também fazem parte desse blog. Obrigada, obrigada!