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Os lançamentos literários mais legais de julho

em quarta-feira
Eu sei que o mês de julho já está praticamente no fim, mas eu queria muito muito compartilhar com vocês vários dos lançamentos literários mais incríveis para esse mês. Tem MUITA COISA legal, por isso já fiz a minha listinha de desejados e adicionei lá no SKOOB!  Dá só uma espiada:

QUERO MUITO LER:

Uma Canção de Ninar - Sarah Dessen | SINOPSE | COMPRAR
Six of Crows: Sangue e Mentiras - Leigh Bardugo | SINOPSE | COMPRAR
Magônia - Maria Dahvana Headley | SINOPSE | COMPRAR


Princesa das Águas - Paula Pimenta | SINOPSE | COMPRAR
O Diário Internacional de Babi - Chris Salles | SINOPSE | COMPRAR
O Menino no Alto da Montanha - John Boyne | SINOPSE | COMPRAR
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Lançamentos literários internacionais para julho

em segunda-feira
Oi gente! Quem está ansioso para saber os lançamentos internacionais de julho? Tem bastante coisa legal e muitos livros que estão super esperados.   Dentre todos os lançamentos, separei alguns para comentar com vocês. Bora conferir?

Finalmente "Harry Potter and the Cursed Child" vai sairrrrr. Aqui no Brasil o livro será lançadas pela editora Rocco, com previsão de chegar por aqui em outubro!
"This Savage Song" é o lançamento da Victoria Schwab, que aqui no Brasil já teve dois de seus livros publicados: "A Bruxa de Near" pela editora Planeta, e "A Guardiã de Histórias", lançado pela editora Bertrand e já resenhado por aqui. (clique aqui para ler a resenha)
"The Land of Stories: An Author's Odyssey" é o quinto livro da série "Terra de Histórias", escrita por Chris Colfer. Aqui no Brasil, os livros dessa série estão sendo lançados pela editora Benvirá.



Harry Potter and the Cursed Child - J.K. Rowling, Jack Thorne, John Tiffany | SINOPSE | COMPRAR
This Savage Song (Livro #1) - Victoria Schwab | SINOPSE | COMPRAR
The Land of Stories: An Author's Odyssey (Livro 5) - Chris Colfer | SINOPSE | COMPRAR
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Então eu li Insurgente...

em
Resenha SEM SPOILERS dos livros anteriores.

Oi gente! Ainda DÁ pra falar sobre Insurgente? Hahaha ~~a retardatária~~ Eu sei que a maioria das pessoas já devem ter ouvido falar (incansáveis vezes, talvez) sobre esse livro, mas eu precisava compartilhar minhas percepções aqui com vocês também. Isso porque desde que livros estouraram de vendas e sucesso, já ouvi muita gente falar que o segundo livro não era tão legal assim; e o terceiro, então? Aí que a coisa desanda! Mas como boa curiosa que sou (e também porque já tinha os livros aqui e eu gostei muito de Divergente HE-HE), resolvi dar uma chance para o segundo livro da Veronica Roth - e matar a curiosidade também!



Eu gostei muito do primeiro livro da trilogia (Divergente) e, inclusive, fiz resenha dele aqui no blog YAAAY (clique aqui). Mas a minha vontade em ler não estava ligada por um final doido que me deu muita vontade de saber a continuação. Até porque Veronica Roth não termina o primeiro livro com um cliffhanger enoorme. A minha sensação ao começar a ler o segundo livro, era que o texto era contínuo, sabe? Como se eu tivesse virado a página e então exatamente a sequência de como se encerrou o primeiro, viesse. Nada de cenas desesperadoras.

Fazendo um balanço geral, posso dizer que gostei de Insurgente. Pra falar a verdade, gostei mais do segundo livro do que do primeiro. Como faz um bom tempo que eu assisti o filme, não consigo me lembrar exatamente se no filme a Tris se mostrava da forma como vou dizer agora (acho que não). Mas em Insurgente eu achei que a autora conseguiu retratar uma Tris mais “humana”, sabe? Dá pra sentir todos os dramas e conflitos que a personagem passa, apesar de tentar aparentar que está tudo bem. E esses conflitos são tão reais que me convenceram muito. Eu realmente consegui ter a percepção das angústias e dúvidas dela e sentir uma empatia muito grande em relação a Tris. No filme eu já acho que eles tentam passar uma personagem mais forte e decidida, na maioria das vezes, quando, se você for pensar bem, ela deveria estar ‘surtando’ por todo histórico que ela passou/e está passando. Tudo bem que há alguns conflitos aqui e ali no filme, mas não se compara ao livro. É gente, vou ser daquelas pessoas que fazem comparações e dizem que “no livro a coisa não era bem assim”. Clichê, eu sei. Mas pura verdade.