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10 junho 2016

Um livro incrível e original para você cair de amores

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Incrível. Maravilhoso. Sensacional. Amei. E agora, após finalmente terminar a leitura de “A Guardiã de Histórias”, consegui entender porque tanta gente ama esse livro. É inteligente e original, cheio de ação e com personagens incríveis. Se eu quero a continuação após finalizar essa leitura? Claro! Pra ontem, por favor.









Comecei a leitura desse livro com um pé atrás. É incrível como somos influenciados (às vezes sem nem mesmo perceber) quando ouvimos uma opinião negativa ou desanimadora a respeito de um livro. Eu super achei que a leitura não seria tão boa assim. Mas aí eu resolvi dar a chance ao livro mesmo que de forma despretensiosa e amei muito! Gente, leiam esse livro. Sério. Vocês dificilmente irão se decepcionar.

SINOPSE: Imagine um lugar onde, como livros, os mortos repousam em prateleiras. Cada corpo tem uma história para contar, uma vida disposta em imagens que apenas os Bibliotecários podem ler. Aqui, os mortos são chamados de Histórias, e o vasto domínio em que eles descansam é o Arquivo. Mackenzie Bishop é uma implacável Guardiã, cuja tarefa é impedir Histórias geralmente violentas de acordar e fugir do Arquivo. Naqueles domínios, os mortos jamais devem ser perturbados, mas alguém parece estar, deliberadamente, alterando Histórias e apagando seus trechos essenciais. A menos que Mac consiga juntar as peças restantes, o próprio Arquivo sofrerá as consequências.
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“A Guardiã de Histórias” é o primeiro livro da série The Archived, escrito pela autora Victoria Schwab e lançado pela editora Bertrand. O livro oscila sob a narrativa de Mackenzie Bishop em primeira pessoa no presente, conjuntamente com sua visão do passado, narrado em segunda pessoa pela mesma personagem. O terceiro livro ainda não foi lançado lá fora, mas torçamos para que a editora traga logo o segundo livro porque ele é MUITO BOM.

Gente, como amei essa história, ela é tão original! Victoria Schwab conseguiu pegar um tema comum e trazer uma abordagem totalmente diferente que trouxe toda a graça à história. A sinopse pode parecer um pouco complexa, à primeira vista, mas a leitura flui de uma maneira tão gostosa que a única coisa que consegui pensar foi quão genial é esse livro.  A autora conseguiu construir muito bem esse "mundo intermediário" entre mortos e vivos em uma narrativa com detalhes na medida certa. Ela ainda traz o assunto de superação e perda de entes queridos de uma forma sutil e emocionante.

Os personagens dessa história são incríveis! Eles fizeram todo o diferencial e foram tão bem caracterizados que durante a leitura, sentia como se pudessem ser pessoas comuns. Desde Angelli, a senhora solitária que vive com seus gatos, até Lix, o morador antigo do prédio cheio de histórias pra contar. Todos. Amei a forma como a autora trabalhou a caracterização deles e trouxe personalidades únicas e fortes para deixar marcados na memória. 

O destaque (com certeza) vai para Mackenzie Bishop, a personagem principal, que é uma garota forte e decidida, e que possui uma veia investigativa forte que acaba servindo a calhar para seu trabalho como Guardiã. Já Wesley, o garoto roqueiro que sempre está pelas redondezas, além de divertido e bem humorado é um personagem igualmente carismático e memorável. Do tipo que dá pra simpatizar facilmente e deixa aquela saudade nos momentos em que ele não aparecia.

Não se deixe levar pela capa sem graça desse livro, que não chega nem aos pés da capa original que, na minha opinião, é infinitamente melhor hehe. "A Guardiã de Histórias" tem romance na medida certa, muita ação, suspense e investigação. É aquele tipo de livro que te surpreende e deixa aquele gostinho de "quero mais". Leitura mais do que recomendada para os amantes de um jovem-adulto diferente e envolvente! Leiam, leiam.

INFORMAÇÕES:
LIVRO: A Guardiã de Histórias
TÍTULO ORIGINAL: The Archived
AUTORA: Victoria Schwab
EDITORA: Betrand Brasil
PÁGINAS: 315
AVALIAÇÃO: 5 de 5 estrelas
COMPRE (links): na Amazon, nas Americanas.comno Submarino
"IMAGINE UM ARQUIVO DA SUA VIDA INTEIRA, DE CADA MOMENTO, CADA EXPERIÊNCIA. TUDO. AGORA, EM VEZ DE UMA PASTA OU DE UM LIVRO, IMAGINE QUE ESSES DADOS SÃO GUARDADOS NUM CORPO.

03 junho 2016

O que eu gostei e não gostei em Rebelde da Amy Tintera

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Depois de uma boa espera da continuação de Reboot finalmente consegui finalizar a leitura de Rebelde, o último livro da duologia escrita pela autora Amy Tintera e publicada por aqui pela Galera Record! Antes de tudo: se você não leu o primeiro livro, pode ler essa resenha sem neuras porque NÃO possui spoilers.

Desde que fiz a leitura de Reboot (clique aqui para ler a resenha), fiquei querendo muito a continuação! Não apenas por a história ter parado em um momento em que eu precisava saber o que vinha depois (tá, pensando bem, talvez tenha sido por isso mesmo haha), mas também porque gostei bastante da história e escrita da Amy Tintera; e havia algumas questões abertas no primeiro livro que necessitavam de uma explicação. Ainda bem que a Galera Record não demorou muito para lançar a continuação.


Sinopse (com spoilers do livro um. Caso não queira saber, pule para o próximo parágrafo após o X): Wren Connoly acreditou que seu lado humano tivesse ficado para trás no instante em que ela morreu... e voltou à vida como Reboot em surpreendentes 178 minutos. Com uma força extrema e treinada para ser o soldado perfeito, Wren precisou fugir da CRAH, Corporação de Repovoamento e Avanço Humano, para salvar Callum 22, o rapaz que lhe mostrou ser possível ter emoções, compaixão e até amor, sendo Reboot.

Após terem escapado da CRAH, Wren e Callum estão prontos para recomeçar a vida em paz, na reserva Reboot. Mas Micah, o Reboot que comanda o local, tem planos malignos em mente: dizimar os humanos da Terra. Micah vem construindo um exército Reboot há anos, e finalmente está pronto para iniciar ataques às cidades. Agora que fugiram, Wren e Callum precisam decidir se ficam ao lado de Reboots ou se abandonam tudo e vivem longe da guerra. Aos poucos, os dois percebem que só há uma alternativa: precisam se tornar rebeldes.
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A primeira parte desse livro foi uma leitura bem interessante. Tinha um ritmo acelerado, a tensão pairava sobre vários momentos da história e eu simplesmente não queria pausar a leitura. A autora conseguiu trazer um ar de desconfiança em relação a alguns personagens durante a leitura, o que foi muito legal de acompanhar. Houve suspense na medida certa e em momentos oportunos, isso acabou aguçando minha curiosidade e me dando mais vontade de prosseguir com a leitura. Sem contar que os personagens que mais apareceram na primeira parte do livro foram muito bem caracterizados - até mesmos os considerados "maus" me interessaram bastante e fizeram a leitura ainda mais positiva! Eu estava praticamente dando nota máxima ao livro, imaginando que entraria para um dos nota máxima. É sério. Então eu passei da metade da história e minha opinião começou a mudar em alguns pontos.

Não sei se foi apenas porque dei uma pausa na leitura por uns bons dias (quebrando assim meu ritmo de leitura) e só continuei um tempo depois. Mas o fato é que após a metade do livro, quando eu achei que o ritmo continuaria bem interessante ou que coisas significativas aconteceriam... Algumas coisinhas começaram a me incomodar.

Primeiro porque uma das coisas que eu já tinha ignorado no primeiro livro (e tinha esperanças de que não fosse feita no segundo, mas foi) eram as resoluções fáceis para problemas difíceis. Sabe quando se carrega todo um suspense para um momento que é pra ser tenso/difícil/complicado demais, mas os personagens acabam fazendo aquilo de uma forma tão simples e boba que até perde a graça? Então... Aconteceu bastante nesse livro, o que me incomodou em vários momentos. Eu sentia que essas cenas poderiam ter sido melhor exploradas e aproveitadas, colocando mais (muito, muito mais) ação. Ou então apenas fazendo o natural: deixando que aqueles momentos tensos não fossem resolvidos com tanta facilidade.

Uma das coisas que a autora dá ênfase desde o primeiro livro é o fato dos chamados Reboots não estarem  mais sujeitos as emoções humanas. Os que possuem números menores são mais suscetíveis, mas ainda assim, não totalmente como os humanos. Só que essa regra não se aplica em 100% dos casos, como a sinopse do primeiro livro já deixa em aberto. E nos casos onde não se aplica, infelizmente, a autora não traz uma justificativa tão plausível. A minha impressão foi de que a autora achou uma saída fácil para essa questão; algo como “era assim porque tinha que ser”, sabe? Não faz sentido.

Mas a história é muito ruim, então? Não gente. Nada disso. Como eu citei antes, há coisas bem legais que acontecem. Eu gostei da narrativa ser intercalada entre a Wren e o Callum, por exemplo. Ambos tomam rumos diferentes em diversos momentos e assim acabam mostrando coisas que, juntas, agregam muito mais à história do que se tivéssemos seguindo somente a Wren, como no primeiro livro.

Eu, particularmente, não curtia taaanto o Callum no primeiro livro e acompanhar a história por seu ponto de vista, acabou o tornando mais suportável, talvez? Acho que sim hahaha Não sei, não consegui fazer conexão NENHUMA com esse personagem. Talvez seja porque não sou muito fã de personagens totalmente bonzinhos, fofinhos, praticamente sem defeitos. Mas os pontos de vista dele não foram chatos. Ele tem grande importância na história, e se mostra um personagem mais interessante do que no primeiro livro.

Agora que finalizei a leitura, não tive aquela sensação de que a história ficou completinha e de que não há nada mais a ser justificado. Talvez seja implicância minha (talvez seja um pouco), mas eu senti muita falta de ao menos a explicação principal sobre os Reboots que, na minha opinião, deixou um pouco a desejar. Ou bastante hehe Não curto muito fazer resenhas negativas, mas acho que foi (também) aquele velho caso de expectativas altas: acabei esperando muito do segundo livro e no final das contas não foi tudo o que eu esperava.

INFORMAÇÕES:
LIVRO: Rebelde
TÍTULO ORIGINAL: Rebel
AUTORA: Amy Tintera
EDITORA: Galera Record
PÁGINAS: 334
AVALIAÇÃO: 3 de 5 estrelas
COMPRE (links): na Amazon e na Livraria Cultura
"A PRIMEIRA VEZ QUE ME SENTI MELHOR FOI QUANDO FINALMENTE ME LEVANTEI E LUTEI POR VOCÊ. PORTANTO, VAMOS EM FRENTE.  EU ESTOU PRONTA."

01 junho 2016

[ENCERRADO] Sorteio do livro "A Outra Vida"

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SORTEIO ENCERRADO! 

Olá leitores, tudo bem? Alguém aqui sentiu falta dos sorteios? Pois eles estão de volta aqui para o blog huhuuul \o/

Dessa vez, o livro a ser sorteado é o "A Outra Vida", da autora Susanne Winnacker. Esse livro já foi lançado por aqui há um tempinho (em 2013) pela editora Novo Conceito, e conta a história de Sherry, uma garota que tem sua vida mudada quando subitamente um vírus contagioso atinge sua cidade transformando as pessoas em mutantes assustadores comedores de gente. Para conferir a sinopse completa é só clicar aqui.

O exemplar que separei para sorteio nunca foi lido, mas devido ao tempo que o tenho aqui em casa, a lateral ficou um pouco manchada de amarelo. Se você não se importar com isso, então pode participar ;) Avisos dados, bora conferir as regras do sorteio, então?



O sorteio será feito pelo formulário do site Rafflecopter. Ele será encerrado automaticamente no dia 20/07/2016 às 12:00, então dá pra participar bastante! As regrinhas obrigatórias são as seguintes:

1. Preencher as informações obrigatórias no formulário Rafflecopter corretamente;
2. Ler o regulamento do sorteio (para não haver dúvidas) e concordar com ele;
3. Curtir a página do blog no facebook (em http://facebook.com/nuvemdeletras);
4. Ter endereço de entrega no Brasil.

O restante das opções não são obrigatórias para participar do sorteio, porém você ganha mais chances de ser sorteado se participar. As informações complementares estão no rodapé do formulário, então não se esqueçam de conferir!

a Rafflecopter giveaway
Quem tiver dúvida quanto ao preenchimento do formulário é só informar nos comentários do blog ou em qualquer outra rede social do blog que posso tentar te ajudar.

Boa sorte a todos!